Blogue da Jami!


T E R C E I R Ã O !

Depois de tempo, mas tempo mesmo eu volto aqui para fazer um poste decente. A inspiração, que insiste em se esconder, resolver aparecer. Acho que mais pela emoção. Último dia de aula, de ensino médio, da minha vida não é à toa que os meus nervos estejam 'a flor da pele'. Posso dizer hoje que eu sou mais feliz, por ter conhecido o MEU terceirão. Hoje posso dizer que eu soube o que é passar um ano divertido, entre altos e baixos, um ano divertido. Hoje eu posso dizer que estou realizada e não escondo que a felicidade e a emoção tomam conta de mim agora. Um ano corrido, passou rápido, meus Deus como passou rápido, porém nem com tanta pressa algum momento possa ter passado despercebido. Foi com essa galera que eu aprendi realmente o que é ser feliz, foi com eles que eu cresci e que eu perdi meus medos e conquistei minhas vitórias. Com eles eu tive um ano promissor e não tem um mísero se quer momento em que eu me arrependa. Talvez hesitei em muitas vezes não olhar para um ou outro e dizer te amo, ou faltei ao negar um abraço ou um bom dia, mas dentre tudo eu não me arrependo de nada e sem dúvidas se eu pudesse viver de novo este ano eu viveria e não tiraria uma vírgula do que ele foi, muito pelo contrário, eu acrescentaria para tentar melhora-lo. É com gosto que derramo cada lágrima hoje, mas não por tristeza e sim por felicidade, por saber que ao final de um ano eu encontrei o verdadeiro sentido da vida. TERCEIRÃO eu amo todos vocês e NADA nem NINGUÉM pode mudar isso.



Escrito por Jami às 20h54
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Essa família é muito unida.

Mesmo cansativo, estudar é necessário, mas jamais seria tão divertido se não tivesse os nossos amigos. Falando um pouco da nata. Tem a minha amiga Gabi, parceira pra conversa, paródia, bagunça. Melhor companhia de café da tarde. Briga comigo e me arranca risos até quando não quer, sempre de braços abertos pra me dar um upa, sem ela minhas manhãs não seriam as mesmas. Ao meu lado tem a Cris, ‘lôra’ da minha vida. Estúpida e grossa como uma porta, duplinha pra tudo. Apesar dos pesares, eu amo muito ela. Grazi e Jana, são peças chaves da minha manhã. Marcinho é o comediante do nosso fundão, sempre na companhia do Kleytinho. Com eles não tem tristeza. Parceiro pra festa, churras e farra. A Bruna é a minha ciumentinha. Conselheira, amiga do fundo do peito mesmo. Viciadinha em RBD, namora o Joe Cover Brothers. A Êde é a minha parceira pra jogar um futiba, briga comigo frequentemente, depois vem dizer que me gosta, mas tudo bem eu acredito. A Ise é minha leitora fiel, não podia deixar de citá-la porque sei que ela vai ler, rs. Compartilha do melhor gosto musical. Ah, a Marina também faz parte do fundão. Tirona que só ela, mas tudo bem eu aguento. A Manu é a nossa médica, adoro conferir respostas com ela, rs. Enfim, seria muito difícil eu citar um a um aqui, mas estes, com certeza estão mais do que todos presentes nas minhas manhãs. E quanto aos outros, ah são os outros, mas eu gosto de todos, ou não! Amo vocês, família.



Escrito por Jami às 14h15
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Isso é uma palhaçada!

Isso é uma palhaçada. Bela frase para começar um post sobre a Feira de Conhecimentos desse ano. Eu tinha tanta coisa para dizer quando fui receber aquela medalha, mas o medo aos olhos da GEREI não permitiu o pronunciamento das minhas palavras e sim solicitou que eu mandasse uma carta com minhas reclamações, sei que isso será perca de tempo, então compartilharei de minhas dores com vocês meus leitores mais lindos do Brasil.

Estou ouvindo I gotta feeling, até me animei agora, recomendo. Mas voltando ao que interessa. Eu e mais uma amiga (sim, o burro vem na frente) estávamos preparadíssimas para representar a escola na Mostra de Conhecimentos com Ciências e Tecnologia. Muito tempo gasto, uma correria que só vendo. Estávamos animadíssimas, na esperança de que nosso trabalho fizesse parte dos escolhidos para a fase Estadual. Depois de meses chegou finalmente a quinta-feira, dia 17/09. Chegando lá percebemos que nosso stander ficou no corredor e não numa sala como os outros, achamos estranho, mas ficamos felizes, pois nossos vizinhos eram ótimos. Arrumamos tudo, em poucas horas começariam as apresentações, mas só foi na sexta feira que detectamos o perigo. Era quase meio dia e nada de algum avaliador passar pelo nosso trabalho, nossos colegas em outros standers já tinham mais de 3 avaliações, a preocupação começou a bater. Uma porque os trabalhos que nos cercavam eram sobre meio ambiente, e para esses não existe avaliação, outro que éramos os únicos de ciências e tecnologia fora de sala e sem avaliação. Buscando respostas procuramos uma das coordenadoras da Mostra, e ela nos jogou a bomba: ‘O trabalho de vocês foi incluído junto aos de meio ambiente, pois só podemos aceitar um de ciências e tecnologia de cada escola, mesmo a de vocês tendo a dimensão que tem isso seria injusto com as outras escolas. ’ Justiça? Quem era ela para falar de justiça naquele momento? Havíamos perdido tempo, trabalho, dinheiro (sim dinheiro, o desenvolvimento do nosso trabalho e seu material deveria partir de nós mesmos) e principalmente, o sonho de continuar avante na batalha, mas era tarde para chorar o leite derramado, só tínhamos a aproveitar o momento e adquirir mais conhecimento com os outros projetos.

Ah, se eu tivesse pego aquele microfone, eu iria falar isso e mais, repetiria inúmeras vezes a respeito da má organização daquilo tudo, da palhaçada que estavam fazendo e do quanto eu estava chateada, terminaria com um muito obrigada e sairia com aquele sorrisinho sarcástico estampado no rosto. Aposto que iriam abafar o caso e me chamar de louca psicótica por mudarem a modalidade do nosso projeto, mas tudo bem, melhores são melhores e nunca deixaram de ser. Isso é uma palhaçada.



Escrito por Jami às 22h25
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Detonando parentes!

Se você me conhece você sabe da minha fama, se você é meu leitor já imagina como ela seja. Sou estúpida e não nego, agüente se puder. Esse deveria ser meu lema, combina comigo. Eu não faço o tipo ‘conciliadora’ e não me importo em ser extremamente grossa quando se é necessário. Não tenho vergonha de falar o que penso, mas também não admiro minha sinceridade a tal ponto, reconheço que isso só vem a me prejudicar, mas minhas maneiras não irei mudar. E é pra isso que estou aqui hoje. Eu sou a ovelha negra da família, novidade! Sou um tanto quanto inconveniente, mas eu sei que todos eles me amam do fundo do coração, mesmo eu não retribuindo isso por alguns. Isso não é ‘Casos de Família’, nem página de fofocas e nem quero me aparecer ou criar polêmica, só achei que seria interessante queimar o filme dos parentes aqui e mostrar o quanto famílias de todo o Brasil se parecem, ou não. A respeito dos meus pais eu não tenho queixas, melhor que eles, só dois deles, agora tem uns tios meus, chega a ser repugnante! Se metem absurdamente na minha vida, aparentemente não desejam o melhor pra mim, não querem que eu lute pelos meus sonhos e muito menos me apóiam. Devem me detonar em almoços de família, mas tudo bem enquanto falam é porque lembram, a partir do momento que não falarem mais, aí sim a coisa complica. Mas como ia dizendo, às vezes sempre não os suporto, constando que não são todos, apenas exceções. A minha personalidade é forte, todos reconhecem, mas fazem questão de não respeitar. Juro que já tive vontade de esganá-los, principalmente os primos que tanto me atormentam, mesmo que seja vendo uma vez por mês, em feriados, festas, ou sei lá. Tem momentos que não agüento essa família, e desejaria tomar a pílula do sumiço, ou melhor, dar à eles a tal pílula. Mas enquanto isso não é possível eu continuo agüentando e criando posts difamando-os e achando tudo isso muito bonito!



Escrito por Jami às 15h19
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Sentimento!

Meu Deus, que mundo irreconhecível é esse. Onde não podemos nem mais confiar do ‘Eu Te Amo’ do amigo. Que mundo é esse que tanto nos faz sofrer. Que mundo injusto e cruel é esse, que insiste em se mostrar superior, passando por cima de nós humanos, esmagando-nos como se fossemos insetos. Onde a razão toma conta não se importando mais com os motivos do coração. Mas será que isso é culpa do mundo realmente, a culpada é a sociedade em que nos encontramos? Ou simplesmente sofrer é um defeito de fabricação do ser humano. Eu cansei de ouvir pessoas dizerem que cansaram. A complexidade para se entender um coração já aumentou tanto, que nem o meu eu entendo mais. Por que nascemos para sofrer? Seria tão mais fácil apenas errar, mas errar sem culpa, sem dor, sem conseqüência. A que ponto chegamos onde pessoas cobram para ajudar outras, onde amigos não dão conselhos sinceros e onde o que todos querem é passar a perna no outro. Será que eu particularmente tenho cabeça fraca, coração de manteiga e sentimentos afetados? Ou sou apenas inocente, precisando aprender a viver para não sofrer? Enquanto não obtiver a resposta, vou derramando mais algumas lágrimas por onde quer que eu passe.



Escrito por Jami às 13h59
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